Jovens produtores iniciam projeto para a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas

Jovens da Cooperativa La Fortuna/APECAFE, em El Salvador, e CLAC, assinaram um acordo para o projeto “Recuperação do ecossistema e proteção dos aquíferos na Cooperativa de Café e Bálsamo La Fortuna”, em San Julián, Sansonate, El Salvador, que procura implementar medidas para mitigar os efeitos das mudanças climáticas na Cooperativa, com a participação ativa dos jovens e estabelecer um sério compromisso de manter um ecossistema em condições sustentáveis para minimizar o impacto ambiental através do plantio de árvores típicas, ou seja, espécies reconhecidas na região por sua importância ecológica e comercial.

Teresa de Jesús Buendía, hija de socio de la cooperativa, y firmante.

“Estamos vivendo os efeitos das mudanças climáticas e como jovens produtores precisamos de apoio para descobrir a forma que não nos afete tanto. É importante considerar também nossa opinião nos processos que as organizações têm para melhorar a situação das comunidades, e que as mesmas cooperativas continuem tendo vida”, disse Teresa de Jesús Buendía, filha do sócio da Cooperativa La Fortuna, El Salvador, durante a assinatura do acordo entre CLAC e a Cooperativa.

O projeto conta com o apoio voluntário de Gabriel Marroquín Choto, especialista em sistemas florestais, quem realizará o segmento para a construção e manutenção de viveiros, coleta de sementes; entre outras atividades que estão relacionadas ao reflorestamento nas áreas identificadas. Também irá fortalecer o grupo de jovens participantes para colocar em prática o conhecimento adquirido no desenvolvimento do projeto.

“Gostamos muito da proposta porque partiu dos jovens. É um projeto que nos ajudará a cuidar do nosso meio ambiente, a trabalhar no assunto das mudanças climáticas, sustentabilidade ambiental, sendo protagonizado pelos mesmos jovens. É uma iniciativa que pode fazer a diferença no futuro a favor de nossas organizações”, disse Xiomara Paredes, Diretora Executiva da CLAC.

A assinatura de tal acordo, é um compromisso de interesse mútuo para colocar em prática o que foi aprendido, visando melhorar a situação de vida para as famílias e comunidades da Cooperativa. “Nossas cooperativas têm essa vocação de cuidar do meio ambiente, as vertentes que faltam, e para nós esse projeto levará a uma mudança. E se não abrirmos estes espaços para a juventude isso pode colapsar”, disse Ricardo Puente, presidente da Coordenadoria Salvadorenha (CESPPO).

 

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Coordenadora Paraguaia de Comércio Justo se posiciona frente ao Governo Nacional

A fim de discutir a situação e a perspectiva da cana de açúcar no Paraguai e desenvolver uma estratégia participativa de planejamento para o uso dos recursos disponíveis e aumentar a produção de cana de açúcar no país; a Coordenadora Paraguaia participou da audiência pública organizada pela Comissão da Agricultura e Pecuária da Câmara dos Deputados e o Ministério da Agricultura e Pecuária, daquele país.

Diego Cabral, representante dos Associados de Cana de Açúcar Orgânica CORA, considera que essa cana é extremamente importante na agricultura familiar, uma vez que gera empregos para mais de 10 mil produtores de forma direta.  “Falamos, aproximadamente, de 50 mil pessoas beneficiadas diretamente com a cana de açúcar”, disse.

O coordenador apresentou a situação completa à Câmara de Deputados, informação esta que foi trabalhada em coordenação com as organizações do Paraguai Orgânico e a Câmara Paraguaia de Produtores Orgânicos (CPROA). Um dos apresentadores, Andrés González, representante da Cooperativa e Indústria Açucareira Manduvirá, enfatizou a importância do açúcar como produto de exportação paraguaia. “O Paraguai ocupa o primeiro lugar como país produtor e exportador e tem uma presença destacada nos melhores mercados do mundo, graças ao açúcar orgânico, que é um produto saudável que fala de respeito e cuidado com o meio ambiente,” disse ele.

No final, foi formado o Comité Interinstitucional do Trabalho do Setor de Cana de Açúcar, constituído por instituições do estado e a Coordenadora Paraguaia de Comércio Justo, bem como representantes do setor industrial e produtores de outras organizações de cana-de-açúcar no Paraguai.

De acordo com os dados da última pesquisa da CLAC, no Paraguai existem 13 organizações de pequenos produtores de cana de açúcar certificados pelo Comércio Justo. Para uma visão geral do açúcar na América Latina e no Caribe, nós convidamos você a consultar o nosso  Infográfico de açúcar

Rede de produtores de café peruanos trabalham para um comércio justo de princípios e oportunidades

Durante o ano de 2015, a CLAC forneceu um reforço das capacitações no cumprimento de aspectos sociais e o bem-estar infantil, para um total de 186 organizações de Pequenos Produtores no CLAC. Nesse contexto, no Peru, em novembro de 2015, foi realizado o seminário sobre este assunto na região Nordeste do Amazonas, com a presença das principais organizações de produtores de café com o objetivo de fortalecer o conhecimento dos critérios de conformidade dentro dos padrões de Comércio Justo, bem como para construir parcerias para enfrentar os desafios que esta questão representa para a nossa sociedade.

A este respeito e como resultado deste seminário, começou o processo de construção, do que é hoje uma realidade: a Rede de Cooperação de áreas técnicas de organizações de café de Lonya Grande, formada pelas Cooperativas CECAFÉ, JUMARP e Montaña Azul (Montanha Azul), que abrangem mais de 1150 famílias de Organizações de Comércio Justo dos distritos de Lonya Grande, Yamón, Camporredondo e Ocallí na Região do Amazonas.

“Nossa iniciativa representa uma grande oportunidade para nossas famílias produtoras de café e nos vai ajudar um ao outro além de fortalecer nossos laços dentro de um comércio inclusivo, com princípios e de respeito para as nossas sociedades”, disse Elvis Huanca, Coordenadora da rede.

Atualmente, a rede investiu recursos financeiros gerados pelo “premio” que se paga pelo Comércio Justo na implementação de atividades, tais como cartazes sobre o bem-estar da criança e direitos das crianças, seminário sobre as regras do sistema de Comércio Justo, campanhas de impacto social, entre outras.

A cooperativa CAFESUL está equipada.

cafesul-fairtrade

A Cooperativa de Produtores de Café do Sul do Espírito Santo, CAFESUL, localizada em Muqui no estado do Espírito Santo, inaugurou as instalações do projeto de expansão da infraestrutura de transformação, armazenamento e comercialização de café, um investimento social da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de US$ 1,2 milhões na cadeia de produção de café daquele estado.

O Presidente da CAFESUL, Carlos Renato Theodoro, disse que “reforço das infraestruturas promove a melhoria da qualidade do café e a capacidade de produção cooperativa. Este investimento requer maior cooperação com a estrutura e a logística necessárias para satisfazer os mais exigentes mercados do mundo.”

Durante o evento, também foi realizado o 5º concurso de Qualidade do Café Conilon de CAFESUL, a fim de promover a melhoria da qualidade do café e a produção sustentável, bem como uma exposição de artesanato produzido pelo Grupo de Mulheres de CAFESUL, com detalhes que representam a história da cidade e do folclore de Muqui. Este ano, a Cooperativa irá organizar o primeiro Concurso de Qualidade do Café das Mulheres da CAFESUL, incentivando-as a produzir café de qualidade.

Atualmente, CAFESUL tem 140 parceiros em seis municípios do Espírito Santo. Ela obteve a Certificação de Comércio Justo em 2008 e é apoiada pela equipe da CLAC desde 2014 na área de manutenção da certificação, fortalecimento organizacional e planejamento. CAFESUL tem diversos projetos com seus parceiros e incentiva a melhoria da qualidade do café usando o Prêmio Fairtrade. Entre estas iniciativas destacam-se o Concurso de Qualidade do Café, o Projeto de Assistência Técnica Coletiva, trabalho de fidelização dos parceiros, o projeto de conservação e recuperação de nascimentos de água e do solo, entre outros.

 

Comércio justo no Chile: junte-se a nós e nos siga

O comércio justo no Chile teve muito destaque no mês de agosto com o desenvolvimento de diversas atividades. Uma delas foi o Oitavo Simpósio Internacional de Apicultura, desenvolvido em Santiago, Chile, de 12 a 14 de agosto; e contou com a presença de mais de 90 expositores, entre produtores de mel, insumos para a apicultura e distribuidores de máquinas, que se reuniram no evento. A atividade central foi a série de seminários com especialistas nacionais e de outros países como Brasil, Argentina e da União Europeia. De maneira excepcional, pela primeira vez, contamos com um módulo especial de comércio justo, onde se falou da demanda atual e perspectivas para o mel de comércio justo, no mercado internacional.

Os assistentes conheceram, em primeira mão, o trabalho no interior de uma cooperativa apícola com os princípios do comércio justo, os desafios que enfrentam e a procura de mercados para seu produto, nas palavras de Juan Eduardo Henríquez, gerente da Cooperativa Campesina Apícola Valdivia, APICOOP.

No contexto das atividades, foi realizado o Seminário de Estratégias de Influência e Protagonismo para os membros da Coordenadora Nacional do Chile, na cidade de Curicó, nos dias 22 e 23, que foi assistido por sete organizações de produtores do país, resultando na construção da estratégia de influência e protagonismo da Coordenadora Nacional.

Além disso, a Coordenadora realizou reuniões com várias entidades locais, tais como as organizações de agricultores pertencentes à Organização Mundial de Comércio Justo (por sua sigla em inglês WFTO), Órgãos governamentais como ProChile, a Organização de agências das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (por sua sigla em inglês, FAO) e compradores em todo o país. Além disso, no campo da promoção de campanhas de “Ciudades y Pueblos Latinoamericanos por el Comercio Justo” y “Universidades Latinoamericanas por el Comercio Justo” (“Cidades e povos  latino-americanos para o Comércio Justo” e “Universidades latino-americanas pelo Comércio Justo”)  foram programadas reuniões com  Universidad Autónoma de Chile (“Universidade Autônoma do Chile”), sede na cidade de Talca e Municipalidad de Sagrada Familia (Município da Sagrada Família), localizado na província de Curicó

 

Organizações de Comércio Justo de Honduras participam de um seminário de desenvolvimento de web e marketing on-line

Durante o mês de agosto de 2016, foi realizado um seminário de desenvolvimento de websites e marketing on-line, no qual participaram um total de 33 pessoas de 23 organizações de pequenos produtores certificados pelo Comércio Justo, em Honduras, na maioria jovens que formam parte do Conselho Administrativo, sócios, gerentes e pessoal técnico operacional.

“Nos ensinaram a publicar no site e nas redes sociais. Agora, nós seremos capazes de atualizar a página e assim sermos conhecidos em todo o mundo”, disse Ronal Castro, membro do Conselho Administrativo da Cooperativa de Café Olancho (COCAOL).

Dar aos participantes conhecimento sobre as ferramentas virtuais atuais e disponíveis na web foi o objetivo do workshop, mesmo que tenha sido ensinado pelo voluntário José Luis Casuso, que espera continuar dando segmento para quem ainda não tem sua página web, e ajudar com uma atualização aqueles que já a tenham. Como parte de seu apoio solidário às organizações, dá muita ênfase na questão do marketing on-line e a importância que se deve dar a ele dentro das organizações.

Roberto López Madrid, representante da Cooperativa Agrícola de Café San Antonio, COAGRICSAL, opinou que “o seminário foi muito claro, muito útil, tudo o que mostrou, com energia e com uma apresentação pedagógica, exortando a sustentabilidade em todas as oportunidades e agora temos que colocar em prática para não esquecer o que aprendemos”.

O evento é parte das atividades regulares programadas pelo Coordenador Hondurenho de Pequenos Produtores (CHPP), no quadro do projeto Finlândia e é também a estratégia de fortalecimento da CLAC.

 

Campanha “universidades latino-americanas pelo comércio justo”

Cada vez mais são as universidades agora que estão interessadas na campanha pelo comércio justo. Dois países entraram oficialmente neste ano: Equador com a Universidade Tecnológica Equinocial (UTE), que já está em conformidade com 4 critérios e é esperado que em breve possa cumprir com a compra institucional de produtos provenientes de pequenos produtores de comércio apenas. México, com a Politécnica Universidade de Huatusco, que tem uma relação muito próxima com o coordenador dos produtores da zona centro do estado de Veracruz – COORPROVER e já cumpre todos os critérios, também das aquisições internas, comprando café diretamente do Coordenador Mexicano.

O Coordenador equatoriano está também, aprofundando as relações com a Universidad Nacional de Chimborazo e a Escola Superior Politécnica de Chimborazo.  Enquanto isso, em Caranavi (Bolívia), se está promovendo os primeiros contatos com o Instituto Tecnológico de Caranavi e a Universidade Pública de El Alto. Na Costa Rica, a Universidade Estatal à Distância (UNED) está se interessando pelo assunto e com o apoio da delegação da União Europeia, na Costa Rica já desenvolveu uma reunião sobre comércio justo América Latina-Europa, na Universidade da Costa Rica (UCR), em San José.

Esta campanha ajuda a chegar, pouco a pouco, às sociedades dos países para construir relações de comércio justo e consumo responsável, também na região.

Você tem contatos e boas relações com universidades nacionais?

Você acha que a Universidade poderia apoiar a sua organização ou o Coordenador Nacional em diferentes trabalhos de pesquisa, extensão, educação?

Se sua resposta é sim, então nós convidamos você a conhecer melhor a campanha “universidades latino-americanas pelo comércio justo”.

Como CLAC queremos que as organizações de produtores sejam os protagonistas deste processo de influencia e protagonismo e sensibilização local; professores, pesquisadores e estudantes podem ser aliados muito importantes do movimento por um comércio justo e solidário.

 

 

CLAC e ALADI constroem relacionamentos estratégicos a nível regional

Desde o começo de 2016, CLAC e ALADI (Associação Latino-americana de Integração) começaram um diálogo enriquecedor para dar a conhecer o comércio justo e diferentes experiências de organizações produtoras através das redes sociais do Departamento de Promoção do Comércio e o Desenvolvimento da Competitividade da ALADI. Especialmente através do Blog “melhor comércio / maior progresso”, para a promoção do comércio, o desenvolvimento da competitividade e a dimensão social.  A CLAC já fez  5 apresentações diferentes através destes meios, entre eles os seguintes temas: 1) comércio justo em geral e CLAC na América Latina, 2) as normas do comércio justo (Fairtrade) para os pequenos produtores, 3) experiência concreta da Cooperativa de Vinhos Caupolican do Chile, para a categoria de vinhos de comércio justo; 4) a experiência da Cooperativa Sociedade EDUCE (México), para a categoria apicultura de comércio justo; 5) a experiência da Cooperativa Dos Costas (Brasil), para a categoria de café de comércio justo.

Além disso, recentemente as duas instituições assinaram um Memorando de Entendimento, o que facilitará a cooperação na região nas seguintes áreas: a) desenvolvimento de seminários, conferências, fóruns e outros eventos; b) a promoção de projetos assumidos por cada instituição, ou ambas, projetos estes ligados à promoção de um comercio mais justo e sustentável dos produtos dos Pequenos Produtores na América Latina e no Caribe;  c) o desenvolvimento de programas visando a troca de conhecimento “on-line” e “off-line”; d) treinamento nos tópicos de interesse para ambas organizações; e) outras atividades de cooperação mútua acordadas no âmbito do interesse de ambas instituições.

Esta nova aliança é muito comemorada pela CLAC, já que com ela deve continuar contribuindo para o alcance de maiores e melhores realizações para nossas organizações-membros e o comércio justo em geral.

Seminários de sensibilização sobre gênero nas organizações de comércio justo

O Comércio Justo como uma estratégia de desenvolvimento tem entre seus princípios a igualdade de gênero e a não discriminação. Uma das tarefas da CLAC, neste ponto, é fomentar a participação inclusiva de mulheres, jovens e homens nos processos de desenvolvimento das organizações. É por isso que se está construindo uma política de gênero, como mecanismo para a implementação da equidade de gênero na CLAC.  Este documento foi revisto pela Comissão de Inclusão do Conselho de Diretores da CLAC e se tem também socializado com os Coordenadores Nacionais por via eletrônica; após feedback recebido no Encontro Latino-americano e do Caribe de Mulheres no Comércio Justo – realizado em San Salvador, no âmbito da Assembleia Geral -, bem como em seminários regionais e intercâmbios. Neste momento se encontra em fase de aprovação pelo Conselho de Diretores.

Os diversos seminários para a socialização desta política em diferentes países, também serviram para promover ações de sensibilização.  Foi assim como neste primeiro semestre, que foi realizado um seminário sobre gênero, masculinidade e liderança com o Conselho de Diretores, no Panamá. Mais tarde, na República Dominicana e Colômbia, também foram realizados 4 seminários: 2 com organizações de agricultores e 2 com associações de trabalhadores, que tiveram uma assistência total de 84 homens e 77 mulheres.  Como parte da metodologia, se separa homens e mulheres para gerar um espaço de confiança e de reflexão sobre como homens e mulheres pois eles foram educados de forma diferente, atribuindo-lhes funções diferentes na família e em outros âmbitos da sociedade.

Como parte da troca de experiências sobre o exercício da liderança, Candelaria Hernandez Puente, Secretária da Comissão de premiação do Fairtrade, falou no Sitio Joseline Miraflores, região de Urabá, Colômbia, que considera que “a partir desta participação, tive muitas coisas que também me fortaleceram como pessoa, para ajudar meus companheiros (as) e para a minha vida também”.

Empoderamento das mulheres e seu trabalho no Comércio Justo

Na CLAC se reconhece o papel incomparável das mulheres e sua contribuição para o desenvolvimento das famílias, comunidades e organizações.  Estatísticas atuais mostram que as mulheres constituem um pouco mais de 43% da força de trabalho na agricultura e que têm menos acesso aos recursos produtivos como a terra, os insumos e créditos, entre outros.

De acordo com o último relatório de monitoramento e impacto Fairtrade, 26% do total dos produtores e dos trabalhadores são mulheres, que cada dia desenvolvem iniciativas visando implementar boas práticas agrícolas, conseguir preços que lhes permitam cobrir os custos de produção e ter a renda necessária para que seu plano seja sustentável.

A Associação dos Produtores Livres de Marcala “Aprolma” é um exemplo de tais iniciativas. Recentemente, seus representantes Gladix Hernández, presidente e Dilcia Vásquez, tesoureira, tiveram a oportunidade de visitar a empresa GEPA, na Alemanha, com o objetivo de divulgar a APROLMA, juntamente com a Denominação de Origem (DO) de Marcala e a Coordenadora Hondurenha de Pequenos Produtores (CHPP). Durante sua visita, tiveram a oportunidade de fazer apresentações em lojas, escolas, além de dialogar diretamente com os compradores, abordando questões que preocupam como Organização, tais como: preço, concorrência e tendências de mercado, que é muito importante conhecer a fim de tomar decisões a nível da organização e, assim, enfocar melhor suas ações.

“Foi uma experiência muito boa que nos permitiu apresentar todo o trabalho que é feito como uma organização de produtores, desde a produção até a comercialização do café, além de conscientizar o público sobre os custos de produção de café,” disse Gladix Hernández, Presidente.

É interessante ressaltar que os resultados desta visita permitiram que representantes de APROLMA tivessem uma melhor visão do mercado alemão, bem como das necessidades dos produtores no país, além de concretizar maiores vendas para esta nova colheita.