Princípios básicos do Comércio Justo

  • Criar oportunidades para pequenos produtores em desvantagem econômica e social, organizados democraticamente.
  • Estabelecer e manter relações comerciais solidárias, estáveis e a longo prazo, baseadas no diálogo e no respeito entre produtores, compradores e consumidores. Todos os atores comerciais envolvidos devem respeitar os princípios da democracia, transparência e prestação de contas.
  • Pagar um preço justo (combinado entre os atores de maneira dialogada, responsável e participativa, que cubra os custos de produção, uma remuneração digna do trabalho e possa ser sustentado pelo mercado) às organizações de produtores e aos produtores; uma prima social (para investimentos comunitários) e um pré-financiamento (mínimo 50% do valor do pedido final) para garantir a sustentabilidade do negócio.
  • No centro do relacionamento econômico estão os seres humanos não a maximização dos lucros.
  • A rejeição rotunda à exploração infantil e ao trabalho forçado.
  • A não discriminação por motivo de raça, classe, nacionalidade, religião, deficiência, gênero, orientação sexual, afiliação sindical, afiliação política, HIV/AIDS, idade ou de qualquer outra índole.
  • Garantir a liberdade de associação e um ambiente de trabalho seguro e saudável para os empregados e/ou membros, assim como condições de trabalho dignas. Dignificar o trabalho.
  • Fomentar o desenvolvimento das capacidades e as habilidades, sobre tudo, dos mais desfavorecidos e mais vulneráveis: jovens, mulheres, idosos, deficientes, entre outros grupos marginados.
  • Os atores envolvidos nas relações de comércio justo também promovem ativamente os princípios e valores do comércio justo tanto a nível local como continental e internacional.
  • Praticar e defender a sustentabilidade ambiental em todos os níveis da cadeia comercial.

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